ServiceNow cresce 32%, para US$ 4,5 bi

Gigante de software de gestão de workflow está embalada. Meta para 2021 é US$ 5,5 bi.


A ServiceNow, multinacional de software para gestão de workflows, fechou o ano passado com uma receita total de US$ 4,5 bilhões, uma alta de 32%.


O lucro operacional ficou em US$ 198 milhões, quase cinco vezes mais do que o reportado em 2019.


São resultados bons, que dão credibilidade a promessa hiperbólica do novo CEO da empresa, Bill McDermott que chegou da SAP em 2019 prometendo transformar a ServiceNow na "empresa de software corporativo que definirá o século XXI".


Para o ano de 2021, a ServiceNow espera agregar mais um bilhão em faturamento, ficando entre US$ 5,48 bilhões e US$ 5,5 bilhões. McDermott fala em atingir US$ 10 bilhões no “curto prazo”.


No Brasil, a ServiceNow também anda aquecida. No ano passado, a Accenture comprou a Organize, companhia brasileira que está entre as maiores parceiras da empresa americana no país.


Com a aquisição, a Accenture reforçou a sua própria operação de ServiceNow no Brasil, assim como a sua prática global.


Fundada em 2014 por Leandro Torres, um ex-diretor da Service IT, uma das maiores integradoras de tecnologia do país, a Organize apostou cedo na ServiceNow.

A ServiceNow abriu as portas no Brasil em 2012 e contratou uma country manager em 2015.


A Organize foi galgando posições no programa de canal, sendo sempre a primeira empresa brasileira nas diferentes fases, até chegar no nível máximo, no qual estão poucas dezenas de empresas no mundo.


Publicado em: www.baguete.com.br

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